 | | Sem escudos, com computadores | |  |
 | Contribuído por js em 04-12-01 18:30 do departamento grão-a-grão | |  |
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 | joao escreve "Está em marcha um movimento que, aproveitando a mudança de moeda, visa recolher fundos para as escolas para que estas possam comprar computadores:" [descrição no desenvolvimento] | |  |
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"Propomos a todas as escolas, especialmente aos Jardins de Infância e Escolas do 1º Ciclo, que instalem um mealheiro onde os alunos, os pais, os professores e os funcionários possam depositar uma moeda de 100 escudos, de 20, de 200, de 5, de 10 ou talvez uma nota.... e, com os fundos recolhidos, sugere-se a aquisição de computadores para a escola."
Mais informações disponíveis no Sítio malhatlantica.pt/semescudos e na Lista de Discussão semescudos"
[js: Financiar escolas não é trabalho do Estado? Enfim, se a Educação fôr uma Paixão (AhAhAh!), certamente o Estado permite descontar estas ofertas no IRS! Permite?]
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 | gildot Login |  |  | Referências |  | | | Esta discussão foi arquivada. Não se pode acrescentar nenhum comentário. | | | Claro, o que os alunos necessitam e' mesmo de computadores, e ja' agora que tal com net, para o pessoal (docente e discente) andar no chat, sacar uns trabalhos ja' feitos e apresenta-los como seus. cãoprimentos |
| | | | | por Anonimo Cobarde em 04-12-01 23:15 GMT (#3) |
| as escolas precisam é de telhado... carteiras, cadeiras... e de bibliotecas!!! para que raio interessa ter 1 pc por 60 alunos, quando nem sequer existem as condicoes mais basicas para haver ensino com o minino de qualidade??? |
| | | | Parece-me que sim, obviamente que as ofertas poderão ser descontadas no IRS, tal como qualquer outra doação que faças a uma instituição pública ou de utilidade pública. A única coisa que tens é de obter o recibo, o que provavelmente não será trivial. Quanto aos problemas das escolas (problemas estruturais) deve ser dito que a maior parte das escolas portuguesas não estão com condições de fisicas de funcionamento particularmente mau (até estão acima da média mundial, e ao nivel da média europeia). O mesmo já não se passa ao nivel do apetrechamento, nomeadamente ao nível de computadores, onde estamos nitidamente a um nível muito inferior à média. As questões que se me põe com este tipo de iniciativas não é se estamos ou não a substituir a acção do estado (acho que não é pelo estado ter uma obrigação de resolver um determinado problema que eu sou impedido de fornecer a minha contribuição para resolvê-lo, particularmente se o problema me afecta directamente, como é o caso dos pais). A questão é o seguimento da iniciativa. Duvido muito que mais computadores simplesmente para as escolas que temos vão melhorar de forma significativamente a prestação das mesmas, que, como se pode ler no público de hoje é pavorosa. Acrescentar computadores por si só não resolve nada, é necessário fornecer formação e motivações aos professores e alunos para usá-los de forma a facilitar o processo de aprendizagem. E isto é muito mais difícil que simplesmente comprar computadores.
JB |
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