| | É... Parecendo que não, essa até é uma questão importante, não tanto para alimentar conversas do estilo "O meu é maior que o teu", mas para fazer produtos vendáveis. Não chega conceber um produto superior aos da concorrência.. aínda é preciso vendê-lo. O público em geral compra computadores aos megahertzes como se compram maçãs ao quilo. Desaparecendo os megahertzes acaba-se a principal referência comercial. Imaginem o desespero dos vendedores. Quanto aos utilizadores mais avisados, esses querem saber com que capacidade de cálculo podem contar exactamente e não saber que para tal processamento elementar o chip tal é mais rápido e para tal outro o chip outro tal é melhor. O benchmarking ia ter de que ser ultra personalizado.
------ EOFim. |
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